|

Opt-out, opt-in e duplo opt-in são termos anglosaxónicos para definir a forma
como se obteve a permissão do proprietário dos dados para que se enviem
comunicados comerciais.
· No caso do opt-out, são bases de dados onde se dá por suposta a
permissão e é o destinatário que tem que, proactivamente, negar o seu
consentimento.
· No caso do opt-in é o oposto. O proprietário dos dados tem que
dar a sua autorização para que seja incluido na base de dados.
· No caso do duplo opt-in o internauta dá o seu consentimento e o
reconfirma uma segunda vez. Ou seja, regista-se no site, seguidamente recebe
um e-mail de confirmação ao qual deve responder aceitando a incorparação e
uma fez feito, a inclusão está efectiva.
Forrester Research mostra claramente o comportameto das bases de dados opt-out,
opt-in e duplo opt-in, no seu estudo sobre o comportamento dos utilizadores em
função do tipo de registo realizado.
Neste estudo é analisada a maior efectividade das campanhas com permissão
explícita, comparativamente com as campanhas opt-out. De acordo com este estudo,
as campanhas opt-out, que ainda aparecem como baratas e efectivas, apenas alcançam
1% de resposta. Pelo contrário, o duplo opt-in, ao contar apenas com os utilizadores
que efectivamente, expressamente e inequívocamente querem receber determinada
informação, tem taxas de resposta e de retenção muito maiores.
COMSUALICENÇA está plenamente de acordo com esta postura e recomenda
o duplo opt-in tanto para a criação de uma base de dados própria, como também para
contratação, já que a autorização explícita do utilizador garantirá campanhas de e-mail
marketing realmente efectivas tanto a curto como a longo prazo. Assim, as referidas
bases de dados constituem uma garantia para os anunciantes do cumprimento dos requisitos
legais em matéria de protecção de dados.
|